Do produtor para o consumidor

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Reproduzimos a reportagem alusiva à "Alto da Trigueira" e que foi publicada no "Diário de Coimbra" e no "Diário dos Açores", entre outros jornais. O texto é da autoria de Casimiro Simões, da Agência Lusa .

Alto da Trigueira na TVI

A TVI veio à Lousã falar com Filipe Sêco, o proprietário da "Alto da Trigueira". Nesta reportagem, o jovem agricultor fala da sua opção pelos produtos biológicos.

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O Mercadinho do Botânico passou a ser todos os Sábados. Agora não há que enganar. Das 9 às 13 horas, tem à sua disposição uma vasta variedade de produtos agrícolas directamente do agricultor para a sua mesa, sempre naturais, de Agricultura Biológica e Sustentável.

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"Alto da Trigueira" é notícia a nível nacional


Reproduzimos a reportagem alusiva à "Alto da Trigueira" e que foi publicada no "Diário de Coimbra" e no "Diário dos Açores", entre outros jornais. O texto é da autoria de Casimiro Simões, da Agência Lusa

Jovem vegetariano da Lousã regressa ao campo dos seus avós







Um jovem da Lousã, neto de lavradores, abandonou o curso de Comunicação Social para se dedicar a tempo inteiro à agricultura biológica, apostando numa rede de clientes a quem vende produtos acabados de colher.
Filipe Antunes Seco, de 28 anos, nasceu em França, onde seus pais buscaram melhor vida nos anos 60.
Nesse tempo, a magra agricultura que alimentava milhares de famílias nas serranias do Centro de Portugal agonizava, perante uma Europa que fruía o extraordinário desenvolvimento do pós-Guerra.
"Toda a minha família tem uma antiga ligação à terra", afirma à agência Lusa Filipe Seco, titular único da empresa "Alto da Trigueira", nome com que quis homenagear as raízes camponesas.
Conhecida por Ti Conceição do Alto, a bisavó paterna residia num ermo chamado Alto do Padrão, entre Lousã e Miranda do Corvo, onde se dizia que a ladroagem atacava pela calada da noite.
Uma represa de água férrea, feita com torrões, fertilizava os milheirais no pino do Verão.
Talvez por trabalhar de sol a sol, a antepassada do jovem agricultor, já falecida, "tinha a pele muito trigueira".
Filipe Antunes completou o curso de Comunicação Social na Escola Profissional da Lousã, onde defendeu como trabalho final uma curta-metragem intitulada "Águas Volvidas".
Matriculou-se depois na Escola Superior de Educação de Coimbra, a fim de obter a licenciatura na mesma área.
Desistiu ao fim de dois anos, quando já frequentava acções de formação dirigidas à actividade agrícola.
Embora reconheça ter sido influenciado pelo imaginário agro-pastoril da família, o jovem admite que a sua opção profissional foi ditada pela necessidade de emprego.
Mas sobretudo por "razões ideológicas", como a qualidade alimentar e a preservação do ambiente.
"Tornei-me vegetariano há poucos anos e quero ter uma alimentação mais cuidada. Rejeito tudo o que implique a morte de um animal", confessa.
Ainda há poucos anos, os avós maternos percorriam a Lousã rural, hoje espartilhada pela construção desordenada, numa carroça puxada por uma burra.
Cultivavam, aqui e ali, algumas das leiras que o neto Filipe veio a reutilizar para a agricultura biológica.
Afinal, um regresso ao modo de produção familiar, quando adubos, pesticidas e outras substâncias químicas não tinham lugar na pequena lavoura.
Vegetariano e trabalhador solitário da firma, Filipe tem evitado avançar para a criação de animais, apesar da falta de estrume.
Primeiro, realizou um curso de meio ano para jovens empresários agrícolas. Seguiu-se idêntica formação em agricultura biológica.
Os receios da "gripe das aves" fizeram-no abandonar a ideia de obter em galinheiros e currais o fertilizante natural de que precisa.
"Com tantas restrições legais, tornou-se complicado ter aves e acabei por desistir", declara à Lusa.
Batata, alface, tomate, pepino, feijão-verde, rabanete, beringela, cebola, cenoura, hortaliças diversas e acelga (tipo de beterraba) são algumas das espécies que Filipe Seco cultiva.
Visita regularmente uma dezena de parcelas, num total de três hectares, deslocando-se pelo concelho no seu tractor de 40 cavalos.
No Ribeiro Branco, dispõe de uma estufa com a área de 1080 m2. "Cultivo de tudo um pouco e abasteço dezenas de famílias do concelho", refere.
"Sozinho a trabalhar, apenas ajudado por familiares nas sementeiras e colheitas, sinto que fica muito por fazer", acrescenta.
Com os resíduos agrícolas, misturados com borras de café de um estabelecimento da vila, produz fertilizante através de compostagem.
"As minhocas ajudam, pois gostam muito de borras", segundo Filipe Seco.
Ao abrigo do programa Agro, o Ministério da Agricultura apoiou o projecto da "Alto da Trigueira", que contempla a aquisição do tractor, com diversas alfaias, e a montagem da estufa, a concretizar em dois anos.
"Há pessoas que já me telefonam a perguntar o que tenho para vender e vão a minha casa", conta.
Numa fase posterior, o agricultor quer vender nos mercados da Lousã e Miranda do Corvo.
Filipe diz que a sua actividade "é ainda deficitária". Planeia agora um "sistema de cabazes", dos quais os fregueses podem excluir os produtos em que não estejam interessados.

Alto da Trigueira na TVI


A TVI veio à Lousã falar com Filipe Sêco, o proprietário da "Alto da Trigueira". Nesta reportagem, o jovem agricultor fala da sua opção pelos produtos biológicos e por esta profissão, depois de ter abandonado o curso de Comunicação Social.
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Do produtor para o consumidor


A partir de agora, este é o espaço onde pode encontrar tudo o que sempre quis saber sobre agricultura biológica. Semanalmente, publicaremos dicas, curiosidades e tudo o que estiver relacionado com o mundo dos vegetais criados sem o recurso a produtos químicos. Com as hortaliças produzidas no "Alto da Trigueira", garantimos-lhe a melhor qualidade, com a certeza de que tudo o que lhe chega ao prato vem única e directamente do produtor. Afinal, pode voltar a saborear hoje os gostos de antigamente.

Poderá encomendar os nossos Produtos, no conforto de sua casa via telefone ou e-mail:

Alto da Trigueira

Filipe Seco

Contactos:
Telemóvel: 914 183 965
Telefone: 2399 91 498
Email: altodatrigueira@gmail.com

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